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Thursday, October 25, 2012

Viva a Ciência


A Fundação de Amparo a Pesquisas do Estado de São Paulo (FAPESP), através deste vídeo divulgado no site FAPESP nos mostra o progresso da Ciência. O vídeo retrata a poluição das águas. O nome do Arquivo é Ciência Viva e datado em 1 de Dezembro de 1970. Mais informações FAPESPPESQUISA




Tuesday, February 28, 2012

SE OS TUBARÕES FOSSEM HOMENS BERTOLD BRECHT

Se os Tubarões Fossem Homens
Bertold Brecht
Se os tubarões fossem homens, eles seriam mais gentís com os peixes pequenos. Se os tubarões fossem homens, eles fariam construir resistentes caixas do mar, para os peixes pequenos com todos os tipos de alimentos dentro, tanto vegetais, quanto animais. Eles cuidariam para que as caixas tivessem água sempre renovada e adotariam todas as providências sanitárias cabíveis se por exemplo um peixinho ferisse a barbatana, imediatamente ele faria uma atadura a fim de que não moressem antes do tempo. Para que os peixinhos não ficassem tristonhos, eles dariam cá e lá uma festa aquática, pois os peixes alegres tem gosto melhor que os tristonhos.
Naturalmente também haveria escolas nas grandes caixas, nessas aulas os peixinhos aprenderiam como nadar para a guela dos tubarões. Eles aprenderiam, por exemplo a usar a geografia, a fim de encontrar os grandes tubarões, deitados preguiçosamente por aí. Aula principal seria naturalmente a formação moral dos peixinhos. Eles seriam ensinados de que o ato mais grandioso e mais belo é o sacrifício alegre de um peixinho, e que todos eles deveriam acreditar nos tubarões, sobretudo quando esses dizem que velam pelo belo futuro dos peixinhos. Se encucaria nos peixinhos que esse futuro só estaria garantido se aprendessem a obediência. Antes de tudo os peixinhos deveriam guardar-se antes de qualquer inclinação baixa, materialista, egoísta e marxista. E denunciaria imediatamente os tubarões se qualquer deles manifestasse essas inclinações.
Se os tubarões fossem homens, eles naturalmente fariam guerra entre si a fim de conquistar caixas de peixes e peixinhos estrangeiros.As guerras seriam conduzidas pelos seus próprios peixinhos. Eles ensinariam os peixinhos que, entre os peixinhos e outros tubarões existem gigantescas diferenças. Eles anunciariam que os peixinhos são reconhecidamente mudos e calam nas mais diferentes línguas, sendo assim impossível que entendam um ao outro. Cada peixinho que na guerra matasse alguns peixinhos inimigos da outra língua silenciosos, seria condecorado com uma pequena ordem das algas e receberia o título de herói.
Se os tubarões fossem homens, haveria entre eles naturalmente também uma arte, haveria belos quadros, nos quais os dentes dos tubarões seriam pintados em vistosas cores e suas guelas seriam representadas como inocentes parques de recreio, nas quais se poderia brincar magnificamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam como os valorosos peixinhos nadam entusiasmados para as guelas dos tubarões.A música seria tão bela, tão bela, que os peixinhos sob seus acordes e a orquestra na frente, entrariam em massa para as guelas dos tubarões sonhadores e possuídos pelos mais agradáveis pensamentos. Também haveria uma religião ali.
Se os tubarões fossem homens, eles ensinariam essa religião. E só na barriga dos tubarões é que começaria verdadeiramente a vida. Ademais, se os tubarões fossem homens, também acabaria a igualdade que hoje existe entre os peixinhos, alguns deles obteriam cargos e seriam postos acima dos outros. Os que fossem um pouquinho maiores poderiam inclusive comer os menores, isso só seria agradável aos tubarões, pois eles mesmos obteriam assim mais constantemente maiores bocados para devorar. E os peixinhos maiores que deteriam os cargos valeriam pela ordem entre os peixinhos para que estes chegassem a ser, professores, oficiais, engenheiros da construção de caixas e assim por diante. Curto e grosso, só então haveria civilização no mar, se os tubarões fossem homens.

FONTE: CULTURA

"Saudação Ambientalista" Milton. Gestor Ambiental.

Monday, February 27, 2012

Código Florestal a última Votação na Câmara, mais Antes um Debate sobre o Código,Divulgando.


A Casa da Cidade convida para o debate 
Código Florestal em questão: protecialidades e retrocessos. 
Depois de vários anos tramitando no Congresso Nacional, o Código Florestal deve passar pela última votação
na Câmara Federal onde, em

junho passado, foi aprovado um texto que significava a fragilização da legislação brasileira de proteção às
florestas e ao meio

ambiente. Em dezembro, o Senado Federal aprovou um novo texto que, segundo o governo, corrigiu várias
aberrações do projeto que saiu da Câmara mas que ainda

não é consenso nem sociedade nem no parlamento. Esse texto, fruto de grandes negociações, corre o risco
de ser mutirado em nova votação na Câmara.

 
Apesar de muita polêmica, muitos ainda não conhecem os problemas e a potencialidade da nova legislação.
Por isso, a Casa da Cidade, presente no debate dos grandes temas nacionais, não poderia deixar de
aprofundar essa discussão, com importantes protagonistas. O objetivo é garantir que todos conheçam a
proposta que saiu do Senado, identificando seus aspectos positivos e negativos, para mobilizar a sociedade
para evitar maiores retrocessos na votação prevista para dia 6 de marco na Câmara dos Deputados.


Os participantes desse debate estão entre os que mais conhecem o assunto, o que deve garantir uma reflexão
séria e aprofundada do assunto tão polêmico.
João de Deus, Diretor de Florestas do Ministeriio do Meio
Ambiente e professor da UFSC, foi o principal negociador de perfil técnico do governo; 
Mário Mantovanni,
do SOS Mata Atlântica, se dedica há décadas à luta pela proteção das florestal brasileiras e 
Paulo Teixeira,
deputado federal, foi líder da bancada do PT na Câmara durante a 1a votação do Projet de Lei na Câmara
Federal, onde é destacado parlamentar na luta pelo desenvolvimento sustentável.


Debate: Código Florestal em questão: protecialidades e retrocessos 
 
João de Deus           Diretorx de Florestas do Ministério do Meio Ambiente,
Mario Mantovanni    Diretor do SOS Mata Atlântica
Paulo Teixeira         Deputado Federal, lider da Bancada do PT em 2011 

Quando: 3 de marco de 2012, Sábado, às 15:30 horas
Onde:    Casa da Cidade, Rua Rodésia 398, Vila Madalena 




Estarei com certeza, no evento e óbvio estarei publicando uma postagem do que foi o debate.
"Saudação Ambientalista" <Milton,Gestor Ambiental>

Saturday, February 25, 2012

Artigos Roosevelt Arca de Noé e Oferta de Parceria

Agora temos uma página especial com o tema: Meio Ambiente eles Comentam! E já temos algumas contribuições de pessoas que trazem sua versão ao tema em uma palavra uma frase, enfim deixo aqui o convite a você leitor. Participe é simples, queremos obter uma troca de saberes e então aguardo a suas considerações. Amigos.

Estão na página o e-mail, a qual deve ser destinado suas considerações, aguardo. Agora reproduzindo com carinho, e respeito os artigos do Roosevelt.


A ARCA DE NOÉ E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Há muito anos atrás (período do Regime Militar), circulou um artigo que tinha como título “A Arca de Noé”.
Nele era contada uma pequena estória. Nela o planeta passava por uma fase muito complicada e, para resolvê-la, um tal Noé resolveu construir uma grande arca de modo a colocar um casal de cada ser vivo e, quando o dilúvio chegasse, este grupo sobreviveria para repovoar o planeta.
A estória evolui com a intervenção de um grupo de “iniciados” que aceitaram a idéia, mas consideraram que este era um empreendimento de grande porte e, desta forma, não poderia ser simplesmente conduzido por tal Noé. Seria necessário estruturar um empreendimento que pudesse conduzir a complexidade da construção da arca. Mudaram, de imediato, o nome do projeto que passou a se chamar “Arca das Mudanças Climáticas”.
Os “iniciados” começaram a estruturação do empreendimento: eleição de presidente, diretorias, assessorias, núcleos de pesquisa, contratação de especialistas, secretárias, motoristas, sede própria e sedes descentralizadas em diferentes locais do planeta, enfim, o imprescindível para que um grande empreendimento pudesse ser desenvolvido sem risco.
As tarefas foram divididas em vários Grupos de Trabalho, com reuniões realizadas não nas regiões do planeta onde eram inevitáveis os primeiros efeitos do dilúvio, mas sim em lugares aprazíveis onde os grupos pudessem trabalhar em condições adequadas a importância  do projeto.
Inevitável, estes grupos acabaram se dividindo entre “prós e contras” e cada um deles, sem se preocupar com o dilúvio a caminho, resolveram ignorar a variável tempo, consumindo o tempo disponível em apresentar estudos e pesquisas que reforçassem as suas posições. Isso demandou uma grande quantidade de recursos, que foram logo disponibilizados pelos países mais ricos do planeta.
Surgiram especialistas, políticos especialistas, agentes de financiamento especialistas, centros de pesquisa especializados, típicos do entorno de operação de um grande empreendimento.
Sendo muito especializadas, de imediato a sociedade foi relegada a um segundo plano, dado que, na visão do projeto, apenas um casal de humanos, decidido que seria escolhido entre a alta direção do “Arca das Mudanças Climáticas”. Na verdade, logo no início, as informações foram passadas a sociedade, mas em linguagem complicada que levou a um progressivo afastamento do tema, deixando aos “iniciados” a discussão e decisão sobre o assunto.
E o tempo foi passando. Países que tinham “madeira” para a construção da arca tentaram impor condições ao andamento do projeto, mas foram logo afastados pelos países que “detinham a tecnologia do corte da madeira”, de modo a, progressivamente, ir reduzindo o tamanho do grupo dos “iniciados”. Foram observadas denúncias (“Arcagate”), mas, para os “não iniciados”, acabou ficando a dúvida de quem  realmente tinha à razão.
Concluindo, passado alguns anos veio o aviso que o dilúvio seria no dia seguinte.
No empreendimento “Arca das Mudanças Climáticas” um desespero total; perdidos entre muitas alternativas não tinham tido tempo para concluir a arca. Ou seja, era inevitável que o dilúvio seria plenamente fatal para todos do planeta.
Mas, do alto da torre de trinta andares construída para fazer funcionar o mega projeto, no dia seguinte, quando a água quase cobria o edifício, foi possível ver uma arca de madeira, com os “não iniciados” liderados por um tal Noé, passando ao largo.
Você já pensou em que grupo está?
Ainda há tempo para escolher o grupo certo.

PROPOSTA  DE  PARCERIAS EM PESQUISAS  VOLTADAS  À  AVALIAÇÃO  DA  PERCEPÇÃO  AMBIENTAL E  SOCIAL  EM  SEGMENTOS  FORMADORES  DE OPINIÃO

Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social / NEPAS

Resumo:
O presente artigo visa divulgar, ainda que em caráter de síntese, a linha de pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social / NEPAS (Brasil), que atua independentemente e sem fins lucrativos, oferecendo condições de estruturação de parcerias voltadas a estudos conjuntos a serem desenvolvidos, como apoio do NEPAS, por grupos de pesquisa ou instituições (públicas ou privadas), ligados ao uso dos estudos de percepção como instrumentos de gestão de baixo custo.

Palavras chaves:
Percepção ambiental, pesquisas de avaliação, desenvolvimento de parcerias

Em 2003, no Brasil, decidimos criar um grupo (envolvendo pesquisadores Mestres e Doutores) – denominado “Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental Social/ NEPAS”, voltado especificamente ao estudo da percepção ambiental e social em segmentos  formadores de opinião, tendo como foco prioritário estudantes e professores de diferentes níveis de ensino (fundamental ao superior).
O interesse por este tema advém de 1989, quando realizamos nossa especialização (no Japão) em Engenharia Ambiental, quando tivemos nosso primeiro contato com o assunto, quando, na oportunidade,  inferimos que este instrumento (de baixo custo) poderia ser útil para avaliar a eficácia de programas de Educação Ambiental que, como então Gerente Geral de Engenharia Ambiental de uma grande empresa brasileira (Vale do Rio Doce), que vinha sustentando financeiramente significativos na área de educação Ambiental, sem que os envolvidos na implantação de tais programas tivessem, agregados  a seus planos de trabalho, nenhum tipo de avaliação como essa.
Aos poucos – fato consolidado em 2003 através da criação do NEPA – hoje NEPAS – quando aposentamos e passamos a atuar como coordenador de um curso de Engenharia foi possível estruturar o grupo, alocando professores de diferentes formações (Química, Estatística, Sociologia, Psicologia, Medicina, Farmácia, entre outros) interessados em assuntos ligados à área ambiental. Desde sua criação o grupo sempre foi independente, contando com a participação espontânea de outros profissionais, sempre sem vinculação a nenhum tipo de remuneração.
As primeiras pesquisas foram realizadas com estudantes e professores da instituição de ensino superior a que estávamos  ligados, fato que se mostrou de grande importância sob o prisma acadêmico, uma vez que permitiu, tanto para professores como alunos, identificar (e quantificar) o que denominamos chamar de “lacunas do conhecimento ambiental” dos grupos analisados.
As informações quantificadas deram base a um plano de intervenção direta nos pontos identificados através da pesquisa de avaliação do nível de percepção ambiental e social dos grupos de alunos e professores.
Nesta fase – o que consideramos um elemento de sustentação do sucesso do nosso grupo de pesquisa – desenvolvemos uma metodologia própria de trabalho , inclusive com a definição de questionários específicos a serem aplicados aos amostrados.
Daí para as pesquisas de maior amplitude – realizadas com estudantes participantes da II e III Conferências Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (promovidas pelo Ministério da Educação / MEC), a realizada com gestores ambientais vinculados a um programa de formação de gestores ambientais do Ministério do Meio Ambiente / MMA, entre outros – chegamos a desenvolver pesquisa semelhante em apoio a Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA – Portugal), pesquisas estas que, progressivamente (ampliação do banco de dados do NEPAS), confirmaram ser a opção um instrumento de avaliação da eficácia de programas de Educação Ambiental, advindos de iniciativas públicas e / ou privadas.
A metodologia foi levada para outras instituições (Projeto ENADE Ambiental, estruturado pelo NEPAS), pesquisas também foram realizadas com outros  diferentes segmentos da sociedade – casos das análises, por exemplo, do nível de conhecimento da legislação ambiental básica e da percepção em relação à temática das Mudanças Climáticas, entre outras – que foram elementos imprescindíveis para a consolidação do banco de dados que o NEPAS conta hoje.
Como o NEPAS foi criado sem fins lucrativos – nenhum dos professores envolvidos recebeu qualquer tipo de remuneração por seu trabalho, sendo que os bolsistas (pesquisadores de campo) recebem bolsas decorrentes de recursos advindos de empresas (Vale do Rio Doce, ArcelorMittal, Mineração Espírito Santense e Aracruz Celulose, para explicitar as mais representativas) – dado o grande número de consultas para apoio a várias outras instituições de ensino interessadas em desenvolver pesquisas na área (orientação a trabalhos de pesquisa em desenvolvimento), optamos por estruturar uma linhas de parcerias com tais instituições, fato que se iniciou com a ASPEA, referência já explicitada.
Algumas dessas pesquisas podem ser acessadas através de www.pluridoc.com , pesquisando “roosevelt s. fernandes”, grupo de trabalhos que pode dar uma maior visibilidade a linha de pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA, nos últimos seis anos.
Hoje, efetivamente, a linha de pesquisa do NEPAS não se prende unicamente a pesquisas com foco ambiental, como é o caso do trabalho “Avaliação da percepção de estudantes universitários diante do tabagismo” e, de pesquisa conseqüente da anterior voltada à “Avaliação da motivação de estudantes dos níveis fundamental e média da rede pública do estado do Espírito Santo frente ao início do vício de fumar”.(em fase de estruturação).
O objetivo deste artigo é o de oferecer a grupos e/ou instituições de pesquisa – públicas, preferencialmente (apesar de também trabalharmos com grupos privados; neste caso a retribuição se dá unicamente  através da concessão de bolsas para os pesquisadores de campo do NEPAS, oriundos de diferentes instituições de ensino superior) – que tenham interesse em desenvolver pesquisas ligadas à avaliação de percepção (ambiental ou não), um caminho de parceria – sem ônus – com o NEPAS.
Este tipo de apoio pode ser realizado através de sistema on line, quando se define os reais objetivos da pesquisa, universo da amostra, plano de amostragem de informações (geralmente, +- 5% de erro e 95% de intervalo de confiança), estruturação do questionário da pesquisa, testes preliminares de verificação do instrumento, forma de coleta dos dados (de modo a poderem ser alimentados no sistema SPSS), entre outros.
Faz parte desta etapa inicial o treinamento daqueles (inclusive o processo de seleção dos mesmos) que farão a aplicação da pesquisa de campo, de modo a assegurar a plena confiabilidade das informações coletadas. Também se estrutura o plano de amostragem a ser seguido quando do in´cio da pesquisa.
Na etapa seguinte – tabulação e análise dos dados – caso a entidade e/ou instituição tenha condições de consolidar o processo, o NEPAS atua como assessoria de apoio; em caso de impossibilidade, os dados coletados (questionários preenchidos na fase de campo) podem ser enviados ao NEPA (no Brasil) que se encarrega, através de seus bolsistas, de estruturar a tabulação dos mesmos e a emissão do relatório preliminar da pesquisa que, depois, em trabalho conjunto, é concluído pelas partes.
O trabalho final poderá ser divulgado (encontros, seminários e congressos científicos) por qualquer uma das partes, desde que explicite a outra envolvida, estimulando-se que tais divulgações sejam feitas através de iniciativas conjunta das partes envolvidas na parceria.
Os interessados em discutir a possibilidade de estruturação de parcerias deverão fazer contato através do e-mail roosevelt@ebrnet.com.br para que se possa, de forma concreta e específica, desenvolver as discussões. Certamente, nestes casos, são disponibilizadas todas as pesquisas disponíveis no banco de dados do NEPAS que tenham afinidade com a pesquisa em evolução.
Em síntese, o objetivo maior que move o NEPAS é o de ampliara  adoção das avaliações dos níveis de percepção (ambiental e social) na qualidade de instrumento de gestão para a estruturação de planos de intervenção em relação as não conformidades de conhecimento identificadas durante as pesquisas.

Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
Especialização em Engenharia Ambiental pela N. Steel / Japão
Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social / NEPAS
Ex Gerente Geral de Engenharia Ambiental da Cia. Vale do Rio Doce e Gerente de Relações com Partes Interessadas da Aracruz Celulose.
Membro do Conselho Temático de Meio Ambiente da Confederação Nacional das Indústrias - CNI e dos Conselhos Estadual (ES) de Meio Ambiente e do Estadual de Recursos Hídricos, bem como do Fórum Estadual (ES) de Mudanças Climáticas
Membro dos Conselhos de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado do ES / FINDES e da Federação da Agricultura do ES / FAES

Saudação Ambientalista, Milton. Gestor Ambiental.

Saturday, February 18, 2012

Aquecimento Global Existe Sim. Dr. Carlos Nobre, explica.

Queridos mais uma vez o assunto Aquecimento Global, agora um dos mais conceituados climatologista do País, Dr. Carlos Nobre, em entrevista no Programa Cultura e Meio Ambiente. na Rede Cultura.



E mais uma vez, esta ai mais um renomado da Ciência explicando que, existe sim o aquecimento global.

Saudação Ambientalista, Milton. Gestor Ambiental.

Monday, February 13, 2012

Posicionamentos Contraditórios, Não Existe Aquecimento Global? E Agora, Veja.

Caros Colegas, os videos a seguir é algo pouco levantado e muito questionado nas demais linhas de Pensamentos, quem fala a verdade, bom como no mínimo curioso, já podemos dizer que jamais podemos deixar de ser críticos, e como o sistema está assim sempre ditando as regras, um bom motivo para investigar,
a princípio não Acredito no Aquecimento Global, mas também não Admito que ele não Exista, porém estou procurando entender e fazer uma Conexão com todos, os videos a seguir é no mínimo interessante. Dúvidas, e vontade de saber mais então ai que nos cabe buscar a realidade de tudo que nos vende seja informação ou imagem, se divirtam....





Saudação Ambientalista Milton.

Saturday, December 24, 2011

Mudanças Climáticas

Queridos leitores, a problemática ambiental é um assunto discutível mundialmente. O texto de hoje nos faz refletir um pouco mais sobre a questão e suas consequências. O fato é o texto trás opinião de diversos nomes conceituados, assim como o querido Washington Novaes, o mesmo que já nos concedeu uma entrevista no Blog. Fantástico jornalista, colunista do jornal Estado de São Paulo.Entrevista WN


Além das informações baseadas em grandes nomes e conceituados especialistas, nossa opinião crítica mas uma vez com certeza há de se pronunciar, como graduado no assunto e grande interessado no tema, o mínimo é ter uma opinião formada e concisa e a defender até ao fim sem deixar de ler e entender os diversos pensamentos, o qual cada um defende o seu ponto de vista.

Frases de Personalidades e Cientistas sobre as Mudanças Climáticas.

"Impossível tratar de qualquer tema seja Político, cultural, Econômico, Social e Antrópico sem avaliar o seu meio físico. (água, solo, ar) Washington Novaes".

" A medida a qual nos encontramos no estado de Mudanças Climáticas, não dá mais para parar, só podemos diminuir a velocidade, e diminuir o aumento em 2° de temperatura, Daqui algumas Décadas. ( Maior Pesquisador Brasileiro na Questão Mudanças Climáticas) Carlos Nobre".

" Temos pouco Tempo Estamos 15 anos atrasados para reverter o quadro avançado das Mudanças Climáticas. Richard Samans."

" Vivemos uma Emergência Planetária. ( ex Vice Presidente dos USA) Al Gore."

A grande dificuldade entre os países adotar de fato um compromisso com a diminuição do Aquecimento global. E diminuir as mudanças climáticas é o fato de os grandes interessados não obter um consenso Geral.

Se analisar os acontecimentos e fatos ocorridos, por conta das mudanças climáticas é possível, dizer a seguinte frase de um chefe da ONU, Hoje no mundo o maior problema não é o terrorismo, e sim os padrões de consumismo. Consumo

Ao mesmo tempo em que colocamos a questão Mudanças Climáticas em pauta, necessitamos de maiores informações aos diversos assuntos aqui abordados nessa postagem, devido ao grande repertório de desencadeações de informações os links, listados aqui é para complemento dos assuntos até então abordados aqui, no blog. Biodiversidade

Em 2005, foi considerado o ano mais quente do século. Em 2005 no brasil devido aos desastres ambientais, ocorridos por conta de fenômenos da Natureza, o saldo de prejuízos foi inevitável, ao ponto de ficar classificado como o 11º País  no mundo que mais gastou com os desastres ambientais. No mundo foram aproximadamente 159 milhões de vitimas, e mais de 100 mil mortes decorrentes aos desastres.

Voltando a 11 anos atrás, comparado ao ano de 2005 o Brasil em 1994, tinha  computado mais de 1 bilhão de toneladas de Dióxido de Carbono, e 30 milhões de Metano, sendo que o Metano é 27 vezes pior que o dióxido de carbono, e comparando os dois temos aproximadamente desses 30, 800 milhões de Dióxido, esses 30 de Metano.

Quando falamos em Mudanças Climáticas logo, pensamos na questão energética em nossa Matrix energética, porém algo pouco comentado é  25% é decorrente das nossas emissões aos setores industriais e transporte e veículos.

A fatia maior de nossas emissões esta classificada nas queimadas e devastação de nossas florestas, para o comercio agropecuário. Principalmente na Amazônia, com a mudança do solo, há um grande impacto.

No Brasil temos uma População de Boi aproximadamente estimada em 200 milhões, onde cada Boi ao seu processo digestivo necessita de uma ruminação. Nesse processo solta no ar o Metano, e por ano estima-se ser 10 milhões a contribuição dos bovinos de Metano lançado na atmosfera, comparado ao Dióxido de Carbono, seria em Co2 cerca de 300 Milhões.

Produção de Energia, Até 2030 O mundo precisaria de 71% a mais de Energia, Sendo que a Índia para a próxima década necessita de 51%, e a China 33%. E as principais fontes de energia desses Países, são Gás, Petróleo, Carvão Mineral. Preocupante!!!

A questão do Rebanho, em vistas as Mudanças Climáticas temos os seguintes dados, 18% do GEE, são desse setor. Vivemos esse assunto como insustentável, porém ninguém esta discutindo isso, os impactos desse setor precisa ser reduzido o mais breve possível.

As Mudanças Climáticas podem produzir a pior recessão da História da humanidade pode significar uma perda de 20% do PIB Mundial, atualmente é destinado 1% do PIB Mundial a assuntos destinados a pesquisa e programas sobre o meio ambiente, estimulado em 600 bilhões por ano.

O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) 80% dos produtos consumidos estão concentrados nos Países Industrializados em 20% da População Mundial. Se o Mundo consumisse como os Nortes Americanos e Europeus e Japoneses, precisaria de 2 ou 3 Planetas para sobrevivermos. As concentrações de Renda uma Brutalidade realidade, As Três mais ricas do Mundo tem quanto os 48 países mais pobres. 250 Pessoas têm renda de 45% População Mundial, cerca de 30% abaixo da Linha da pobreza.

Mudanças Climáticas, tanto em jogo e as pessoas brincando com os estudiosos, contrariando os fatos, e nós incomodando muita gente, pelo simples fato de expor o que muitos não sabem e não tem acesso a informações coerentes e mais não fique nessas linhas corra atrás de maiores informações faça pelo seu filho e neto, e futuras gerações, pois dias muitos ruins há de vir por ai...


" Saudação Ambientalista" Milton Santos.

Saturday, November 12, 2011

Mudanças Climáticas os Céticos já se Renderam Fato, Brasil e outros Países


A questão Ambiental é muito mais ampla do que podemos imaginar... Enfim muita água ainda tem a rolar nesse assunto que se faz presente todos os dias em nossa vida.
A chamada da postagem chama atenção para alguns fatos e acontecimentos, sobre opiniões e medo... Sim MEDO, do que estar por vir quando o assunto é mudanças climáticas e medidas que Governos e Estados estão se manifestando com relação a providências que mude o caso e as previsões.
O risco maior se assim podemos classificar é na questão Mudança climática, onde se busca alternativas para consumir menos recursos naturais e utilizar mais energias limpas, e recursos que visem à conservação da natureza. No entanto, temos diversos especialistas orientando e apresentando pesquisas sobre a questão ambiental e climática, porém, a ainda os céticos.
Para estabelecer os reais argumentos dos parágrafos, pensamentos, e opiniões vamos focalizar um objetivo, e uma conclusão, o objetivo é relacionar os temas Estrutura, Cidades, Municípios e Países, e ver o que abrange o Tema Chuva, e Mudança Climática sua interligação, segundo aos critérios já mencionados para esse Post.
Quando o tema é mudança climática é abrangente e muitos escutam e nem todos se comprometem e sabem fazer valer jus seu conhecimento no assunto e cobrar medidas a tomar cautelas a favor de seu bem maior a vida.
Países, O foco é o Brasil, na questão dos assuntos a ser tratados, porem abre os pensamentos e abrange o que de real aconteceram por esses dias... “Tailândia, Mudanças Climáticas... O País está em maior parte de seu território debaixo d’água, nem mesmo sua capital escapou dos danos que a chuva trouxe. E agora fica a pergunta, vale apena tanto investimento em tecnologias, e deixar o meio ambiente sem medidas exatas para se prevenir o real aquecimento da terra? Bom! Fato é que, Tailândia se encontrou inundada esses dias, centenas de mortos na capital. E estendendo aos Países que passam por situação semelhantes vejamos... Camboja, Paquistão, Vietnã, Com milhões de pessoas atingidas...
Alguns cientistas questionaram o fato aos acontecimentos se dar a questão ambiental, pois até mesmos os céticos até então se renderam ao fato de que o prejuízo será grande se não começar a rever esses conceitos de crescimentos acima de tudo, que o dia Brasil, China, que apostam em crescimento e não preocupados com os efeitos do mesmo, um Cientista renomado, e não considerava as considerações do IPCC, Físico Richard Muller Universidade da Califórnia após estudar 2 anos o Prognóstico do painel intergovernamental de Mudanças Climáticas, chegou a seguinte opinião sem a ação coordenada e rápida para reduzir a depleção de recursos naturais e a poluição da atmosfera, o crescimento da economia e outras atividades humanas poderão destruir o próprio ambiente. Referência (ESTADÃO, A2, 11/11/2011) Texto Washington Novaes.
Se tratando de Brasil, vamos destacar as seguintes fases, Estrutura, Estadas e Municípios, Planejamento... Após esses dados coletados vejamos a prática:
·         Orçamento
·         Enchente
·         Despesas
·         Investimento
Outubro a chuva em São Paulo 146,9 milímetros de chuva, no mesmo mês em 2010 (69,6) e quer dizer o dobro... ou 19,3% a mais que o ano passado. Preocupante. Nota-se a Estrutura agora, Orçamento logo despesas com  futuras Enchentes, e o investimento... Olhem os números, a meteorologia prevê (ESTADÃO, 2/11/2011) que até dezembro a tendência estará entre 15% e 20% acima da média (24/10) 23,5% Municípios 8,3% previstas verbas contra enchentes, este ano. Referência W.N Estado 11/11/2011.
Agora o que vai ser Brasil, outros Países... Mudanças Climáticas, Sonhos e Realidades. Então caros amigos, são essas e outras notícias que não são divulgadas, agora, por exemplo, estão falando em Sustentabilidade SWU, e tudo certo no Brasil e em outros Países. Aos queridos visitantes estrangeiros à vontade em críticas a respeito ao seu respectivo.
“Saudação Ambientalista” Milton.

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