Showing posts with label poesia. Show all posts
Showing posts with label poesia. Show all posts

Sunday, January 24, 2021

Um sentimento instrumental

 Um sentimento instrumental

 Não sintonizado.

A música traz sua parte no corpo, ela faz de si um sol,

Sol que lida com sua natureza maior, ele faz o lá,

Lá que fica entre o si de um musical sem dó.

Um sentimento instrumental é fortaleza do sentir,

Sentir o som de um choro sem o mi e o fá,

Fá... Faz do ré seu tom maior da clave aguda,

Aguda é também a mente humana.

 

Um sentimento instrumental vive de notas,

Notas que gritam no submundo do inconsciente,

Inconsciente que é no fundo: um absurdo.

A música traz em batida o suave da vida,

Vida que sem música não seria o que é: ambígua,

Ambígua de sucessos e fracassos.

 

Na melodia do sentimento é diverso meu ritmo,

Ritmo, que muitas vezes é mudo, quanto grave,

Grave de um tenor que nada teme no sentir da nota dó...

Dignidade de parar na pausa da vida que é música faz isso,

Isso se faz por tempo e pauta, e o que surge no arranjo muda,

Muda de freqüência, de enigmas, e enfim nos encontra sob:

As notas que somam 7 de um sentimento instrumental.

 

Milton Lima 24-01-2021 – no, yet is not late. 

Friday, January 8, 2021

Em algum dado momento: pedaços de espiral no linear da vida

Em algum dado momento: pedaços de espiral no linear da vida

Por Milton Lima – 08-01-2020 – em 4 pedaços que a água diluirá no silêncio.

Não quero cometer nenhum erro,

Não é fácil viver a vida,

Não sem medos do que se quer aconteceu,

Não, não quero ser isso de pedaço dado ao erro.

Pelo sim, lá se vai à tradição que um dia disse na saúde e na...

Pelo sim todos compareceram na festa,

Pelo sim a validade tem testemunho de atestado.

No momento passa pelo crivo do sim e do não,

Em nome do... Amém!

Na espinha dorsal do ter apenas vejo a caixa,

Na espinha da caixa, caso falte-me palavra, tenho o não!

Na espinha da letra é dado o silêncio linear,

Na espinha dorsal do espiral no momento sou pedaços.

Em nome do... Filho!

O ser que não teve caixa sabe que não pode errar,

O ser que não sabe que errar é normal: dividir-se-ia em pedaços.

Pedaços de um ser que sabe, o quanto não é fácil cometer erros.

Pedaços não me procuram, mas sabem que eu existo,

Pedaços são blocos que estão na linearidade da construção.

E do... Santo!

Ao mesmo que, pedaço eu sou, ao mesmo tempo, fui o caminho,

Fui o caminho mudo, e sendo mudo fui remontando os pedaços,

Os pedaços que não param de se dividir...

O linear que me apressou para não errar esqueceu de avisar que a tal...

Aquela mesma tal... Felicidade é sim, feita de pedaços, e que os erros são,

Aquela mesma história repartida pelos acertos, ou seja, errar e acertar depende...

Estar em paz onde for ao linear do ter e do ser, até mesmo do espiral do reter,

Reter lágrimas, reter sorrisos, reter o desejo de gritar, reter o pedaço...

Em algum dado momento o cotidiano quer espiral no linear!

 

Support this work

Support this work

Overall

access number

Free counters!