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Sunday, November 21, 2021

No debt or in some unreal

No debt or in some unreal

By Milton Lima 21-11-2021



If my dream here was not a joke or something, I would prove that I was visiting the Louvre museum yesterday. But, as I said, it might have been a dream or whatever.

There, those spaces seemed very far apart to me, while at the same time they were getting closer. I say this because I was already making my way there, there was me and art.

Well, regardless of how unsympathetic I am to size dreams or jokes, the truth is that I don't know any path to the Louvre. If at the very least, I was on the money, I would even now believe so. Those who like me also loved such art should also know that it was all just a dream and nothing more than that.


 

Now that I see the need for much fantasy, this gift could be real. I hope no one plays with my dream. I have more than anyone, first, to stop and understand, before I mourn my death, I also need to smile at my life.

In the world where to be alive is to fantasize to create my own condition beyond that of my hero, perhaps I have long represented myself as an outsider.

I say this because to be an outsider, here and now, is to remember great events as such, to discover another world. Therefore, just as I did not really dream of his art, now with imagination I leave the Louvre and go to Italy, already in the city of Tuscany, I get a book.

There, I truly understand my own drive. My psychology is an ally, there is everything that makes me dream, I read the sky and in the middle of the earth between water and fire, I find air to breathe.

I see once more my sun very close to mercury. Thus I return to my dream and my surge for the sense.

If my dream still by misunderstanding is a joke, no problem, because I read a map that was born here.



Sunday, January 24, 2021

Um sentimento instrumental

 Um sentimento instrumental

 Não sintonizado.

A música traz sua parte no corpo, ela faz de si um sol,

Sol que lida com sua natureza maior, ele faz o lá,

Lá que fica entre o si de um musical sem dó.

Um sentimento instrumental é fortaleza do sentir,

Sentir o som de um choro sem o mi e o fá,

Fá... Faz do ré seu tom maior da clave aguda,

Aguda é também a mente humana.

 

Um sentimento instrumental vive de notas,

Notas que gritam no submundo do inconsciente,

Inconsciente que é no fundo: um absurdo.

A música traz em batida o suave da vida,

Vida que sem música não seria o que é: ambígua,

Ambígua de sucessos e fracassos.

 

Na melodia do sentimento é diverso meu ritmo,

Ritmo, que muitas vezes é mudo, quanto grave,

Grave de um tenor que nada teme no sentir da nota dó...

Dignidade de parar na pausa da vida que é música faz isso,

Isso se faz por tempo e pauta, e o que surge no arranjo muda,

Muda de freqüência, de enigmas, e enfim nos encontra sob:

As notas que somam 7 de um sentimento instrumental.

 

Milton Lima 24-01-2021 – no, yet is not late. 

Thursday, April 2, 2020

O mundo marginal vagabundo: fique em casa e... and “stay to home”!


O mundo marginal vagabundo: fique em casa e... and “stay to home”!

Por Milton Lima: 02/04/2020



Querelle des Anciens et des Modernes...

Para o futurista anti-humanista a expressão “civilização ocidental” não teria sentido atual. E “futurista” assim existem em maior número do que o punhado de barulheiros italianos e os seus adeptos internacionais, já quase esquecidos. Sem grande exagero, pode-se afirmar que assim pensam os cientistas e os engenheiros, os médicos e os homens de negócios, os banqueiros e os secretários de sindicatos, os socialistas e os fascistas; enfim, a grande maioria. Otto Maria Carpeaux


No último artigo (artigo anterior) retomei Oscar Wilde para retratar o ser humano diante da guerra, pois bem, a guerra híbrida e psicológica continua neste extrato que tampouco tem imagem definida, que ainda não se sabe se é real ou virtual – no tratado humano. Mas o que se sabe é que o mundo financeiro (tal como a capa da revista The Economist propagou no meio de março) neste momento tem a certeza de que “todas as coisas estão sob controle”. O que significa dizer também que no Brasil – além da moeda real –, e (I believe same that) pelo globo há uma nova ordem a qual prevê manter-nos, sãos e vivos. A ordem é: “fique em casa”.

E se por um lado a narrativa de controle e experimento social expressava-se a partir do COVID-19, por outro lado a pandemia no interior deste enunciado escondia-se por trás da morte não apresentada do dinheiro. Isso acontece ao mesmo tempo em que o dólar (moeda americana) é impresso em velocidade e quantidade recorde, embora seu valor de mercado tenha cada dia que passa menos valor e lastro – e/ou garantia. Por isso, minha escolha por buscar nos poetas mortos de minha biblioteca à sanidade que se impõe sobre mim à ótica para experimentar uma estética leitura do futuro. Descobri que eles continuam vivíssimos!


Ver James Rickards in: The Death of Maney.


Quando no início do texto o austríaco Otto Maria Carpeaux nos apontara um legado futurista que soaria desde a ‘discussão dos antigos e modernos’ a luz do que seria o anti-humanista, não existia ainda o grande irmão de 1984, que Orwell havia prenunciado logo após o fim da segunda guerra mundial – antes dos anos 50.

E se agora existe o grande irmão real e não mais aquele da ficção Orwelleana, cabe-nos uma vez mantendo-se confinados no ócio de estar em casa, lembrarmos que, os desempregados vão precisar de outro ofício (seria o do poeta?) para não serem chamados de vagabundos.

Com esse mundo desenhado e transmitido em casa para salvar-nos guardar é possível voltar ao final da segunda guerra mundial – e olhar para essa no século XXI –, e na Itália encontrar o poeta Vasco Pratolini em um vagão de trem na terceira classe. De lá prosear com seu ‘ofício de vagabundo’(livro precursor de um dado na terceira classe, na terceira guerra) com a premissa do presente imaginemos esses interlocutores de máscaras e nem todos falantes de uma língua oriental, o que teríamos senão o caos?

Se não fossem os bancos tão donos do mundo seria possível a nós (reles) a desconfiança que eles jamais aceitariam um ofício de vagabundo? E por isso me dei o trabalho de sentar com meu dicionário da década de 1970 e pesquisar o significado de vagabundo. A etimologia da palavra que tem sua origem no latim – vagabundu – representa o adjetivo: vadio, ou aquele que vagueia; tal como o errante e nômade que é inconstante, ora leviano e também porque não pilintra, por fim, um desocupado e ocioso.  

Fora o medo que gera este vagabundo o mesmo que, agora é visto mais seguro em casa, também tem o outro que vive na margem, talvez sempre visto como vagabundo? Melhor dizendo quando este foi visto livre senão estivesse preso? O mendigo, ou aquele que não está em casa e que mora na rua, esse logo não pode ficar em casa, então vale a pergunta com quem é que ele fica? Então o famigerado preconceito ao marginal se revolta e é perceptível na poesia. Somos presos agora e, portanto marginais? Eu e você estamos nos sentindo presos em casa?

Na linha do vagabundo, também tive o trabalho de bisbilhotar meu dicionário, e lá estava à bendita palavra do latim, margine. E lá vamos nós falar da dor marginal...

E quem está à margem é o vagabundo. A sociedade o vê como vagabundo, mendigo ou delinqüente e fora da lei, e seus relativos escritos decantam da margem.

Muitos destes que são vistos como vagabundos, têm seu nome sujo, devem para o banco que cobra 300% de juros no cheque especial, e quando seu nome aparece como credor, então vem o adjetivo, ainda que você não ouça hão de soletrá-la: vagabundo – porque você está devendo. E será que eu e você numa situação como essa teríamos a opção de não ficar devendo?


O mundo volta-se para seu próprio bolso e visa os vagabundos que vão pagá-los a conta. E acreditem os vagabundos sempre pagam – com juros e correção. Ainda que quase ninguém os chame pelo real nome, o sistema financeiro manda e o mundo inteiro vagabundo e marginal tem obedecido sem nenhuma reflexão.

Sim, com o COVID-19, tudo mudou, dólares salvarão a todos os paises da América da Latina, estes que pegarão muito dinheiro (aquele sem lastro), e não será nenhum absurdo se eles que nos governa chamar-nos-ão a todos os 99 % de endividados da humanidade pelo nome: vagabundos marginais, tendo ou não conta no banco, tendo ou não casa própria, tendo ou não emprego. A herança e os herdeiros fadados desde o início do banco mundial a pagá-los, me parece que a justiça será feita e aos marginais e vagabundos a conta chegará. Bem a dúvida é quem não é vagabundo segundo o dicionário e a ordem do governo fique em casa, senão pagar com o dinheiro emprestado dos bancos, será que vão pagar com a vida? É a questão para pensar, quem tem fome pode esperar? Parece-me que os bancos não podem esperar quem dirá a economia, mas em todo caso a ordem para nossa salvação é fique em casa...

Saturday, February 22, 2020

At purpose of cry all dead


What we can tell when all them (discourses) dissect and not merely when hope became such a better world goes which not is that happens while to got has as truth... What was seems be such hope of world has been painted away the promise, thus as last desire of mankind. Behind the happiest human were mirror to emotions less purpose from outside of reality into those being last deep with souls income in future. The way to happy was did crown out cry since foreknowledge of truly essential human, now we can ask yet there is hope me get by end of life will believe them as has been have my dream poetry away whole role that me was being human this is less of promise to have (dream) hope which my soul can believe.


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