Imenso e profundo seria um abismo construído por mim.
Afinal quem sou eu.
Até que ponto me importo em saber.
A falta de Inter?relações me assusta?
Meio Ambiente um estudo atenuante do ser caracterizado 1 ª Pessoa.
Em Construção... Opinião...
Opinião...
Um negócio [...] seria imprudente revisitar minha eterna solidão? Quem está só?
As fontes já não segue o mesmo conceito! Afinal Meio Ambiente? Quem disse que é Meio? Não seria Inteiro? 1 ª Pessoa o que me intriga seria reconectar ou/e desconectar!
A busca continua-quem sou eu? O que me faz pensar no outro? O que? Quando o outro sou eu isto é real ou apenas um cinismo em memória atenuante.
Aos meus amigos e colegas universitários, digo que este texto tem caráter dialógico com meu eu, minhas inquietações e minhas fragmentações e digo mais: "A fonte nada mais é que muitos pontos e palavras chaves... Decifrar então seria o intuito de uma opinião? Não. A fonte aqui é sua lembrança e nossa Solidão. 1 ª pessoa." O público em geral, visitante deste espaço, dedico um texto cheio de memórias recentes e muitas de uma vida inteira. Como posso adiantar este texto é uma construção de valores ocultos e uma chamada para quem necessita reconectar ou desconectar.
O blog têm objetivos diversos e difusos quanto ferramenta de comunicação. Entretanto, viabilizar e comunicar de uma forma política e crítica é uma tarefa árdua.
Para tanto é preciso parceiros... Esta Entrevista é especial, grande companheiro de movimentos pró Florestas em Pé, companheiro de diversas lutas e causas ambientais, com grande prazer e imensa satisfação!!!
Coletivo
Curupira - São Paulo SP
“Unir
o Povo e a Natureza é Juntar o Melhor do Brasil”
J.A.
Santos Prata - 2012NOV25
1) O que é o Coletivo Curupira ? Quando
surgiu?
O
Coletivo Curupira é uma iniciativa independente da sociedade civil, e se reúne
em grupos de estudo, pesquisa e ação direta com ênfase na transversalidade
política dos temas sócio-ambientais.
Apoiemos
as iniciativas ambientais de âmbito restrito, por exemplo a coleta seletiva de
resíduos sólidos e hortas comunitárias urbanas, mas entendemos que a temática
Ambiental deverá contemplar tanto elementos Econômicos como Culturais e
Sociais, além dos propriamente Ambientais.
Visando
a máxima diversidade, os membros são livres para explorar linhas de pesquisa,
desenvolver estudos e apresentar os resultados; o Coletivo reúne-se
periodicamente para consolidar e balizar as linhas ideológicas desenvolvidas.
Pela
própria transversalidade dos temas ambientais, os Curupiras atuam de forma política,
porém sempre de maneira supra-partidária, embora alguns membros tenham sua
militância. Alguns são docentes em vários campos de especialidade, e diversos
têm participado de eventos e palestras com uma perspectiva ambiental.
O
Coletivo reúne companheiros de tempos atrás, mas regularizou-se em 2011 perante
as agressões contra os direitos Sócio-Ambientais desencadeadas no atual cenário
de “re-primarização” da economia nacional, com o retrocesso à condição de
exportadores de insumos primários (“commodities” minerais, agro-pecuárias,
energéticas), a exemplo do ataque feroz dos congressistas “ruralistas” e
aliados contra o Código Florestal Brasileiro.
Nosso
primeiro evento público aconteceu em Maio de 2011, quando participamos da
organização em São Paulo SP do Seminário Nacional sobre o Código Florestal,
onde compareceram várias autoridades e atores políticos.
A
título de exemplo, segue enlace para os vídeos do evento publicados na teia:
2) O Código Florestal atual é um atraso
com as mudanças feitas para a manutenção das florestas em pé ? Ou os vetos
garantem a sustentabilidade?
O
Código Florestal pré-existente era muito mais protetor do meio ambiente.
Datava
dos idos de 1934, com aditivos em 1965 e 1967, e acréscimos em 1988 com os
direitos sócio-ambientais na “Constituição Cidadã”.
Naturalmente,
era voltado às Áreas Rurais - uns 95% do País, contemplando um mínimo de APP
Áreas de Preservação Permanente (várzeas, morros, encostas) e RL Reservas
Legais com veto de corte raso (80% ou 50% na Amazonia Florestal, 35% na
Amazonia Cerrado, 20% no restante do País), mas definia também as exceções para
áreas urbanas e outros usos (mineração, energéticos) - nos demais 5% do
território.
Também
incentivava - conforme os Planos Diretores Municipais - a conserva de APP nas
áreas urbanas, onde muitas vezes tais áreas - sem valor no “mercado” oficial -
viram áreas de moradia popular precária, resultando em tragédias.
Não
era um código perfeito e poderia ser cientificamente melhorado, mas o que se
viu no Congresso foi um ataque frontal para:
a)
anistiar infrações ambientais, fugir ao restauro da Flora Nativa e rolar a
gigantesca dívida dos latifúndios improdutivos, por exemplo a pecuária
extensiva, que desperdiça 200 Milhões de Hectare com a ridícula ocupação de Uma
Cabeça por Hectare e o Agro-negócio, que ocupa uns 50 Milhões de Hectare para
exportar “commodities” como soja e milho de ração animal, polpa de eucalipto
para papel e carvão vegetal siderúrgico e outras.
b)
reduzir as APP e RL, com a falsa alegação de beneficiar o “pequeno produtor”,
quando - na realidade os agricultores familiares e camponeses, embora produzam
três-quartos da comida humana, ocupam só uns 30 Milhões de Hectare.
Após
os vetos da Presidente, uma vez que o Congresso deixou passar inúmeras
monstruosidades no texto original, o atual Código ficou “menos pior”, mas assim
mesmo se anistiaram infrações até Junho de 2008 (quando a ex-Ministra Marina
Silva aplicara sanções), se reduziram APP (antes 30metro em cada margem dos
menores rios, atualmente uma “escadinha” de margens menores, liberação de áreas
para “lenhosas exóticas” - leia-se eucalipto e avanço nos mangues para
carcinocultura - camaroneiras - e urbanização especulativa) e se reduziram as
RL em “pequenas propriedades” até quatro módulos (na Amazonia chega a 400 Ha).
Ou seja, os vetos reduzem o estrago mas não garantem a
sustentabilidade, nem para o próprio agro-negócio, o maior interessado em
manter os “serviços” ambientais da floresta e a fertilidade dos solos, portanto
vão querer continuar avançando, seja por compra ou pela habitual “grilagem”,
sobre as áreas de mata. Que se cuidem as os Parques e Florestas Públicas, os
Quilombolas e Indígenas.
3) Hoje existem muitas ONG. Elas têm
feito o papel da sociedade civil de cobrar os direitos coletivos? O Coletivo
Curupira tem parceria com alguma ONG? Porque?
Algumas
ONG Organizações Não-Governamentais possuem uma boa atuação em favor dos
direitos “sócio-ambientais” coletivos, que no próprio judiciário muitas vezes
enfrentam uma difícil correlação de forças, afinal são “direitos difusos”
relativamente recentes; outras ONG dependem de convênios com poderes privados
ou públicos e vêem limitada sua liberdade de ação.
O
Coletivo Curupira apoia as iniciativas ambientais das ONG independentes, mas
não mantém “parceria” com nenhuma ONG.
4) ECO-92 o que se viu foram acordos
até os dias de hoje não tão bem sucedidos, tais como Biodiversidade, Agenda-21
e Clima). Mudou-se o tema para RIO+20 - Economia Verde. O que avançou e
regrediu nesse processo?
Os
crescentes conflitos pelos recursos naturais escassos, tais como energéticos -
em particular petróleo e gás - matérias primas tropicais, e agora o sol e a
água, motivam iniciativas e conferências internacionais da ONU.
Podemos
lembrar: Roma 71 Limites do Crescimento, Estocolmo 72
Eco-Desenvolvimento, Roma 76 Nova Ordem, Brandt 80 Fim da Pobreza, Brundtland
87 Futuro Comum, Rio-92 Carta da Terra & Agenda21, Kioto 97 Clima,
Johanesburgo 2002 Sustentabilidade,
Kopenhagen 2009 Desmatamento e afinal RIO+20: “Economia Verde”.
A Rio-ECO92, ao fim da “guerra fria”, obteve bons resultados,
embora sem contestar as questões economicas de fundo - por exemplo, são
brilhantes a Carta da Terra e Agenda-21 - porém com os avanços da etapa
“neo-liberal” sobre os recursos primários a RIO+20 propôs um retrocesso ao
restringir-se à “economia verde” e às oportunidades de negócio, descuidando dos
elementos sociais, culturais e ambientais.
Felizmente, o evento paralelo da Cúpula dos Povos contrapôs-se a
esse cenário e - a nosso ver - avançou na organização popular para apontar um
horizonte sócio-ambiental mais amplo.
5) Qual é a maior luta hoje
do Coletivo Curupira em torno das
Florestas Em Pé ?
Não falta terra para plantar. Ao contrário, bastaria triplicar a
produtividade pecuária para a média de três cabeças por Hectare, e liberaríamos
uns 140 Milhões Hectare, sendo 40 Milhões.Ha para restaurar APP que faltam,
outros 40 M.Ha - nos pastos degradados - para pousio e restauro das RL que
faltam, e sobrariam uns 60 M.Ha - que são as terras mais férteis - para
expandir a agricultura.
Portanto o Coletivo Curupira apoia uma Politica de
Desmatamento-Zero.
Outra luta importante é pelo Cadastro Rural Público na Rede
Digital, em forma tabular e geo-referenciada, de início para os imóveis maiores
de 100 Hectare.
6) Em sua opinião como está
a sociedade civil hoje na luta pelas Florestas Em Pé?
Deve se mobilizar, exigindo atitudes dos representantes eleitos e
do judiciário, utilizado comunicação alternativa, promovendo ações diretas,
palestras e marchas para elevar o grau de consciência ambiental.
Por outro lado, boa parte da população, mesmo nas zonas urbanas,
já sente na pele os efeitos do desmatamento e da devastação ambiental, tais
como secas intensas e chuvas torrenciais, além das tristes consequências do
abuso de agro-tóxicos com a contaminação dos alimentos e das águas.
7) Qual recado você
considera importante passar aos leitores nesse espaço?
- Soberania Alimentar e Energética com
Justiça Social e Progresso Ambiental.
José
Antonio dos Santos Prata - Coletivo Curupira
URL mailto: <ja47prata@gmail.com>
Agradeço, ao Prata pelas palavras e conhecimentos partilhados. Grande parceiro e nos proporcionou conhecer um pouco do Coletivo Curupira.
Grande Abraço, ao Coletivo Curupira. Obrigado pela Experiência.
“... não há o desejo de
preencher uma função na forma majoritária, mas antes uma vontade apta para
afirmar a inexistência de um mundo verdadeiro- que a comunicação, a
significação e a representação exprimiriam. Por isso, essa vontade incita à
invenção tornando os elementos formados de uma ecologia maior “ agentes,
engrenagens conexas” , para que exprimam a invenção ou a maquinação de uma
outra forma de pensar e sentir.” GODOY, p.60, 2008.
Uma forma de olhar “Pensar e Sentir”.
“... la satisfacción de esta necesidad,
afirma Simone Weil, referindo-se à responsabilidade, exige que um hombre tenga
que tomar a menudo decisiones em problemas, grandes o pequeños, que afectan intereses
ajenos a los suyos propios, pero com los quales se siente comprometido (Weil,
1954, pag.31).
O Reeducar é uma
oportunidade de criar o novo, *novo olhar* (crítico e responsável) Asi, pues,
afirma categoricamente mannheim, sólo uma educación consciente de las necesidade
de una sociedad de masas, que se enfrente conscientemente a los problemas de la
seguridade del “ ego”, y el arraigamento de las personas podrá crear
personalidades capaces de detener el crescimento de la mentalidad de masas.
(Mannheim, 1953, p.293).
A Educação Ambiental
transformadora e ao mesmo tempo utópica tem o papel de quebrar paradigmas,
resgatar valores, os mesmos que se foram perdidos ou jamais alcançados. Nesse
processo o agente transformador e educador político e/ou social, anseia
(justiça social, cidadania nacional e planetária), no âmbito individual como
coletivo (AB’SABER,1993, REIGOTA,1994).
E agora os Recursos Hídricos...
A partir do olhar “Político”. Com caráter informativo e
não técnico, o objetivo dos conceitos aqui colocados a partir do pressuposto
reeducar, tem como premissa o conhecimento disseminado no processo de Educação
Ambiental como uma prática de compartilhar saberes. No entanto, o informe aqui
caracterizado olhar político se limita em cada individuo transformador de sua
própria história.
No começo do Texto Reeducar 1 Parte, tem uma imagem de satélite
da maior Bacia Hidrográfica do Mundo, e todos sabem o que é Bacia Hidrográfica?
Bacia Hidrográfica é a área
delimitada pelos divisores de água de um sistema de arroios e rios que convergem
para a mesma desembocadura.
A Bacia Hidrográfica de um
determinado rio pode ser compreendida como o lugar da superfície terrestre que
coleta toda a água da chuva que escoa para esse rio.
Sabendo que bacia hidrográfica
tem o papel de coletar água da chuva que escoa de determinado rio, por que
olhar de uma forma política e por que Reeducar?
No Brasil existe uma
legislação especifica sobre as águas imposta na PNRH Política Nacional de
Recursos Hídricos lei 9.433/97. E Diz que:
·A Bacia Hidrográfica é a unidade territorial
para implantação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de atuação no
gerenciamento da água.
·A gestão dos Recursos Hídricos deve ser
descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e
das comunidades.
E para entender o objetivo e
necessidade de um novo olhar é preciso ter acesso a determinadas informações.
Situação da Água no Mundo:
Situação no Brasil:
Região Nordeste:
3,3% água
18,3% superfície
28,91% população
Região Sudeste:
6% água
10,8% superfície
42,65% população
Região Sul:
6,5% água
6,8% superfície
15,05% população
Região Norte:
68,5% água
45,3% superfície
6,98% população
Região Centro-Oeste:
15,7% água
18,8% superfície
6,41% população
Assim é a questão hídrica no
Brasil, as regiões com maior índice populacional são as que menos têm águas
disponíveis. E as regiões com menor índice populacional são as que têm maior
volume disponível de Recursos Hídricos. A interatividade com olhar político,
olhar interno, talvez utópico o compromisso de um olhar para o coletivo.
O que os conceitos e as
informações de Recursos Hídricos, passa ao individuo são problemas e
dificuldades que só abrange a nossa responsabilidade enquanto ser político. E a
Educação Ambiental, levanta a urgência do dialogo, da historicidade,
reconhecendo o seu real papel individual mudando o comportamento e a sua
atitude, a sociedade não ganha um Militante de Causas Ambientais, mas sim um ser
comprometido com a manutenção da Vida (SORRENTINO, 2001).
O Reeducar como pesquisa,
não considera apenas um método, não busca a consolidação de uma Educação
Ambiental (Formal, Não-Formal, Informal), mas busca o compromisso com a ética e
transparência em uma ruptura do monopólio do Saber. A arte de Tecer a Educação
Ambiental no cenário da individualidade não esta na lógica especial do
Equilíbrio Ambiental. A verdadeira arte segue o sentido do valor, atitude e
compromisso (SATO, 2005).
Referências
Bibliográficas
Simpósio comemorativo
aos 10 anos do Curso de Especialização em Educação Ambiental e Recursos
Hídricos (2005: São Carlos) 1. Educação
Ambiental. 2. Bacias Hidrográficas. 3. Pedagogia de projetos. 4. Pesquisa
participante. 5. Interdisciplinaridade. Coordenação: Carlos Eduardo Matheus...
São Carlos: CRHEA/SHS/EESC/USP, 2005.
FREIRE, Paulo. Educação e atualidade brasileira/ Paulo
Freire; prefácio Fundadores do Instituto Paulo Freire: organização José
Eustáquio Romão; depoimentos Paulo Rosas, Cristina Helniger Freire. – 3.ed.-
São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2003.
GODOY, Ana. A menor das ecologias/ Ana Godoy- São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.
WILSON, Edward
Osborne. O futuro da vida: um estudo da biosfera
para a proteção de todas as espécies, inclusive a humana. Tradução de
Ronaldo Sérgio de Biasi- Rio de janeiro: Campus, 2002.
A imagem do mapa identifica a maior bacia de Recursos Hídricos do Brasil. E a maior do Mundo, a bacia Hidrográfica da Amazônia percorre em seus "7 Milhões k² ",outros Países da América Latina além do Brasil são eles: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Venezuela. Afinal, qual objetivo desse texto? Uma imagem, números exuberantes e Manutenção da Vida? O que este titulo diz com REEDUCAR?
A base em princípio são os Recursos Hídricos, "ÁGUA" este bem natural é fundamental a manutenção da vida. Porém, o fato de Reeducar passa por diversas problemáticas ambientais que se concentra principalmente no HOMEM & NATUREZA. Ao escolher a Água, nesse sentido expresso uma grande preocupação. E entender esse tema é uma tarefa muito prazerosa e cabe aos interesses da manutenção da vida. É necessário esse olhar interno, pois é a vida que está em jogo. Neste cenário cujo o tema é REEDUCAR, vejamos o que é GAIA e voltamos a temática referente ao olhar mais interno no ultimo capítulo histórico atual.
Encontro a Grande Deusa.
Superorganismo: A vida em GAIA, para James E. Lovelock cientista inglês: Todos os ecossistemas estão unidos para formar a biosfera. Lovelock atribui o nome de GAIA, em homenagem a Gaea, ou Ge, uma Deusa vagamente pessoal da Grécia antiga, responsável pelos sonhos, personificação divina da Terra e objeto do culto da Terra. Em 1972, quando Lovelock, classificou a Biosfera como GAIA, surgiu duas versões: A Forte e a Fraca,(WILSON,2002)
- Forte... a biosfera é um verdadeiro superorganismo, no qual cada espécie é otimizada para estabilizar o ambiente e se beneficiar do equilíbrio de todo o sistema, como as células de um organismo ou abelhas de uma colmeia.
- Fraca... algumas espécies exercem uma influência marcante, ou mesmo global, sobre a biosfera. Sua aceitação estimulou numerosos programas de estudos e pesquisas.
Como então classificar a diversidade da vida, pergunta o POETA: "Quem são os filhos de GAIA?
"ECOLOGISTA responde: São as espécies. Para ocupar com sabedoria nosso lugar na terra, devemos conhecer o papel que cada uma delas desempenha."
"SISTEMATA acrescenta: Nesse caso, vamos começar logo. Quantas espécies existem? Onde podemos encontrá-las? Quais são as espécies geneticamente mais próximas?" (Wilson, pag.34, 2002)
Os biólogos sistematas classificaram os seres vivos por suas espécies, com intuito de medir a biodiversidade. Seguindo um sistema inventado no século XVIII, pelo Sueco Naturalista Carolus Linnaeus ou Lineu. Assim no sistema de Lineu cada espécie recebe um nome composto por espécie e gênero. Os seres Humanos pertencem a espécie Homo sapiens que hoje em dia só existe a nossa. O método lineano classifica a vida em gênero e Reino, diferindo as semelhanças e descrevendo as diferenças entre as espécies. Assim nos trás a tona a pergunta: Quantas espécies existem no Mundo? Quanto Somos e para onde Vamos? No começo da bibliografia utilizada nesse capitulo Encontro com GAIA, o Livro o Futuro da vida em sua primeira página expressa: "No final, nossa sociedade será definida, não pelo que criamos, mas pelo que nos recusamos a destruir". John C. Sawhill (Presidente, THE NATURE CONSERVANCY, 1990 - 2000).
QUAL O LIMITE DA FELICIDADE
Hoje somos 7 Bilhões de seres humanos, e 3 Bilhões em nível de pobreza escala global. Um Bilhão passa fome. PNUD, segundo relatórios do Programa das Nações Unidas. Cerca de 247 pessoas têm sua renda em 1 bilhão, isso corresponde ao PIB de 48 Países, 600 milhões de pessoas 40% da Humanidade. Então olhando o panorama atual qual limite de Felicidade( Valores, Vida, Biodiversidade, Cultura, Educação, Direitos Humanos) o que esperar de um futuro da plena desigualdade? O que fazer para não repetir os erros do passado? Consegue imaginar a nossa parcela de divida com o planeta? Entretanto, passamos a considerar expressivo o olhar ao que nos mantém vivos ( Água) e portanto, agora com as perguntas lançadas nós veremos a nossa real situação no último Capítulo histórico atual.
HISTÓRICO ATUAL
Atento ao próprio tema histórico, estamos falando de REEDUCAR, ou seja, restruturar nosso olhar e, fundamentalmente precisa-se passar pelo olhar interno. Conhecer ao menos a nossa espécie para respeitar assim toda comunidade da vida na teia, mas principalmente nos responsabilizar pelo futuro das seguintes gerações.
Ano 2012, mais antes de falar de RIO+20, voltamos a RIO 92, há 20 anos atrás. Foi na época proposto a redução de Gases de Efeito Estufa, e organizado à partir de 1995 a conferência das Partes COP, em busca de metas para cumprir o acordo firmado em 92 rumo ao desenvolvimento sustentável. Na ECO 92, ficou acordado Convenção do Clima, Manutenção da Biodiversidade e a Agenda 21, cujo objetivo era diminuição da pobreza. Chegamos na Rio +20, com um acordo da convenção do clima que pode sair em 2015, disse pode mesmo, e assim sendo entrará em vigor em 2020, para reduzir os GEE, chegamos na Rio+20, perdendo 1/4 da Biodiversidade Mundial, e os Países Industrializados comprometidos com a Agenda 21, diminuindo consideravelmente sua contribuição para minimizar a pobreza nos Países considerados mais pobres.
Na Rio+20, era preciso mudar e assim aconteceu, com as chamadas Economia Verde e Governança Sustentável, acabou por não tendo o sucesso esperado, porém, para esses temas é preciso de uma postagem específica em vista de tamanha sua complexidade.
Tomada de Decisão. Cartão de Identidade, talvez a sua interpretação seja, o maior desafio. Entre ler e escrever tudo se tem um porque. E assim sendo porquê Escrever? No ponto crítico do conhecimento, o indeferimento da causa se torna uma questão a ser revista a cada dia. A sua conduta no que diz, reflete transparência no que faz.
A Identidade aqui criada tem como missão passar informações de diversas maneiras,
compartilhamentos, textos, vídeos. O desafio é tentar levantar questões que muitas vezes não foram questionadas.
Existem diferentes fontes e muitas informações, porém, cabe a pergunta: Será que estão preocupados com alguma identidade? Qual identidade estamos falando?
Caros amigos (as) estamos vivendo em uma era da informatização da globalização e também da Inquietação. Aqui neste espaço o Cartão da Identidade: -Coerência e liberdade de expressão.
De maneira a investigar e despertar o interesse em criticar.
Inspirar... Na busca por mais conhecimento, o desenvolvimento sustentável hoje é a discussão em todas as atividades do setor econômico. Porém, escuto e tenho lido muitos dizendo em conscientizar as pessoas. Isso me soa equivocado pois, ninguém conscientiza ninguém. O ideal a se usar seria sensibilizar, o individuo sensibilizado toma uma atitude, a qual determina sua mudança de comportamento e hábitos, e assim, tem uma percepção e visão diferente, assim você sensibiliza, não conscientiza. A palavra conscientização tem um peso e duas medidas.
O cartão de Identidade é uma maneira de expor o que mais se diz e sem a definição correta dos fatos, portanto, o cartão de identidade é uma nova linha de divulgação do blog. Espero acolher as diferentes dúvidas decorrentes aos resultados de ler e com coerência distinguir o correto e defender algo com propriedade e valor.
A tomada de decisão aqui foi não deixar a palavra Conscientização ser considerada apropriada a mudanças de comportamentos, isso requere mudança de hábitos e isso chamamos de Sensibilização. Contudo deve-se considerar que a educação ambiental ainda não se faz presente com o direito ao simples fato da Educação ser Direito, mas infelizmente é tratada como serviço.
A Fundação de Amparo a Pesquisas do Estado de São Paulo (FAPESP), através deste vídeo divulgado no site FAPESP nos mostra o progresso da Ciência. O vídeo retrata a poluição das águas. O nome do Arquivo é Ciência Viva e datado em 1 de Dezembro de 1970. Mais informações FAPESPPESQUISA
"a realidade deve ser decifrada e reinventada a cada momento. Neste sentido, a verdadeira educação é um ato dinâmico e permanente de conhecimento centrado na descoberta, análise e transformação da realidade pelos que a vivem." Paulo Freire.
Um espaço de descobertas, aventuras, e de aprendizados tenho o prazer de escrever e agradecer à todos pelo carinho e paciência nesses anos. Hoje uma comemoração a parte deste espaço que classifico como refúgio. Aqui onde gostaria de passar muito tempo escrevendo... Aprendendo... A colocar a vírgula certa, o ponto de exclamação, aquele de interrogação, o ponto com vírgula, o ponto final. Mas o tempo é dois pontos, pois a cada momento está impulsionando e ditando regras para sobrevivência. Acentuação correta, gramática, oras será que tenho esse enquadramento? No entanto, esses dois anos de blog trouxe amizades, conhecimentos, emoções que mesmo que nem sempre transparecidas aqui, existiram e me trás uma enorme satisfação de ter começado.
Escrever, algumas vezes pode ser um começo a crítica e o ser aqui está sujeito a ser criticado. E isto é, especial. O crítico considera as críticas como um crescimento. Nesses momentos reflexivos, o texto refere-se aqui à conservação? Autonomia e Coragem? Fazer de um Limão uma limonada... Neste início de descoberta o blog me ajudou com minhas escolhas e com meus objetivos nessa vida. Aqui reinventada e a procura de uma realidade oculta a ser decifrada. As páginas e mais páginas lidas, admiradas, às vezes compartilhadas, nem tão pouco reeditadas, porém simultaneamente lembradas..
A constância de pesquisar e se conformar com o
olhar seja ele crítico, ou alienado, mas que seja questionado, em forma de dizer
estou conformado, ou uma ideologia substitui a minha consciência.
Impossibilita-me de questionar, onde minha opinião diversas vezes não foi acolhida!
Será um dia ao menos crítica! Afinal virtudes, ideologias, cultura com menos
aborrecimento seremos busca de um consentimento de nos mesmos.
Busca-se um consenso no mundo preservar e assim
cuidar. Entretanto, não queremos mudar nossos hábitos e nem mesmo olhar para o
outro como forma de vida. Qual pretensão vive-se ao ditado popular
desenvolvimento sustentável. Somos seres humanos e não olhamos para nos mesmos.
Quanto ao meu mundo o qual faço a trajetória de
uma vida, penso em aquisição de saberes, isso me satisfaria? Às vezes isso é
imposto e a conquista do individuo ultrapassa a arrogância em nossas relações
sociais normais. Ascensão que produto provém de minha divulgação de opinião,
será grupos reflexivos; vivemos onde não há lugar para a criatividade, onde ela
nada pode realizar por si própria, mas apenas consumir e competir.
Pensamentos
Arendt e Marx a Doutrina da mercadoria.
“Uma
relação social definida, estabelecida entre os homens, assume a forma
fantasmagórica de uma relação entre as coisas” Arendt
“Ai, os
produtos do cérebro humano parecem dotados de vida própria, figuras autônomas
que mantêm relações entre si e com os seres humanos. E’ o que ocorre com os
produtos da mão humana no mundo das mercadorias. Chamo a isso de fetichismo”.
Marx, O capital. Pag.81
As ligações serão apropriadas para obtermos menos
aborrecimento. Ser político em termos distintos das tradições liberal e
marxista.
A
referência à cultura se torna um recurso fundamental:
A
diferença e a incomensurabilidade da cultura subordinada com as operações
econômicas e políticas do poder colonial, juntamente com os hibridismos, danos
e recalcitrâncias que são produzidas pela colonização, criam espaços para
práticas alternativas, esferas públicas alternativas, contraculturas não
oficiais e a recomposição da sociedade civil oficial e das suas divisões (lowe
e Lloyd, 1997 a:60).
A ideia de
menos aborrecimento, como tema de inicio do texto tem a princípio ousar na
crítica do olhar para si. E quando começar a si cobrar, e realmente fazer de si
o modelo a seguir construiremos a opinião sem aborrecimento, e nos
facilitaremos aceitar as condições impostas ao ser político.
Agora,
hoje, qual o destino a seguir... Caminhos com escolhas... Quais serão minhas
escolhas... Agora, amigos e caros visitantes desse espaço o Conexão Terra passa por mudanças de
pensamentos, no que diz respeito a opiniões e formas de compartilhamentos. O
destino das ideias até aqui compartilhadas seguiu diversos destinos e culturas
com um mesmo ideal a igualdade. Assuntos e temas atuais e diversificados ao tema
Meio Ambiente, enfim, a escolha e o destino é escrever de acordo com o nosso
conhecimento. Nesse ano temos a oportunidade de além dos textos em Português,
disponibilizar textos em Inglês. A Educação Ambiental é o norte que nos guia em
meados do século XXI, a sustentabilidade ganhou parâmetros de urgência, e a
nossa tarefa diante do blog é escrever, compartilhar, Sensibilizar, e após
muitos textos, queremos inspirar.
A
Sua Voz
Amigos (as), Visitantes
do nosso espaço, o texto a seguir tem a dimensão de estimular sua voz.
Entretanto, o espaço é nosso para um diálogo difuso e sem fronteiras. A
realidade local e conhecimento geral nos fazem itinerantes a críticas
construtivas. Após estimular a sua voz, logo me deparo com a minha opinião e
voz, logo meu raciocínio e uma opinião é escrita...
Entre os momentos de
repercussões vividos e temidos procura-se uma lógica para uma explicação, a
qual depende muito da nossa zona de conforto. Não tenho a razão e nem tão pouco
a ilusão de ser ou\e ter, apenas me questiono o que a minha voz me diz: - o que
quero saber; - o que preciso saber; - não me diz nada?!!!
Pensando no homem e na
sua língua como forma de comunicar-se eis que precisa de algo e a classificação
para tanto é “Despertar”, no entanto, para que isso aconteça sem uma ilusão por
hora precisa-se de informação e mais que isso, Educação e Atitude. Quando nos
propomos escrever o que você lê? Falamos a mesma língua? Benjamim Franklin
Salientou o seguinte:
“...
é tal a imperfeição de nossa língua e talvez de todas as línguas que, apesar de
estarmos munidos de inúmeros dicionários, não podemos saber exatamente o
sentido das palavras se não soubermos de que partido é o homem que as usa”.
Dubos, Pag. 33,1972.
Partindo do meu destino...
Quão bom é escrever... Responsabilidade e Aprendizado... Escolha essa que não
poderei evitar as críticas, angústias e frustações...
Sinceridade,
Felicidade, Prazer em dividir a minha voz...
“SERVIÇO, TRABALHO, NÃO
APENAS ESCOLHA”.
(...) O tempo passa... E a vida a cada dia
continua cruel...
Seria interessante
frisar como posso chegar a essa situação. (...)
Como é bom fazer suar a
minha voz... Sem (...) quem sou eu?
Sonho um dia concluir o
Doutorado, e hoje me encontro em uma fase de transição, como pesquisador qual
meu papel diante a sociedade. Como usar esse conhecimento em prol do bem
coletivo do futuro comum. Nesse tempo de reflexão e muitas dúvidas, não penso
em parar no meio do caminho, mas se não houver esse diálogo com meus colegas,
não seria aprendizado, não teria Educação. O ser crítico, o individuo errante,
humano, imperfeito não seria capaz de dizer minha voz é apenas uma escolha.
Em meio de tantas
informações, em um mundo multicultural e desigual o que posso fazer? Estudar,
conhecer, e assim, ser atuante político e crítico... Não é trabalho, não é
serviço, pois bem, isso quem decide é sempre o individuo “Eu e/ou Você”.
Planejamento é algo
essencial em tudo que vamos escolher... A minha escolha, hoje me trás paz,
seriedade e compromisso, além de tudo me ensinou a respeitar o outro. Após,
fazer suar a minha voz. E a vida a cada dia continua cruel... Sem (...) quem
sou eu?
SILÊNCIO...
Silêncio...
[...]
“... reeducar, o
silêncio é a base, porém a informação é a chave.” Milton. (Conexão Terra)